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Casa da mulher
Atualizado em: 25/03/2015 13:05:52 Casa da Mulher Brasileira em Palmas receberá terreno para construçãoPor: Maria José Batista Crédito da imagem: Divulgação
Casa da Mulher Brasileira
A secretária de Defesa e Proteção Social Gleidy Braga e a superintendente da Mulher e dos Direitos Humanos de Palmas, Márcia Ribeiro, estiveram, nesta terça-feira, 24, na sede da Superintendência do Patrimônio da União no Tocantins (SPU-TO), para as últimas tratativas da incorporação do terreno que a prefeitura da Capital doará para a construção da Casa da Mulher Brasileira em Palmas. Para Gleidy Braga, que tem feito gestões junto ao Governo Federal em busca de políticas públicas eficazes em benefício das mulheres do Tocantins, a incorporação do terreno é uma vitória. “É um passo à frente, e acredito que teremos a Casa construída ainda este ano, sendo uma das primeiras a serem entregues em todo o Brasil”, afirmou a gestora. Segundo a superintendente da SPU-TO, Lucilene de Lira Alves, a prefeitura faz a doação do terreno e a União incorpora e faz a destinação. “Esta é uma das políticas prioritárias do Governo Federal, pois garante atendimento especializado à mulher vítima de violência – e muitas vezes também a seus filhos -, aliviando o sofrimento e dando perspectivas de uma mudança de vida”, frisou. Casa da Mulher Brasileira Idealizada e executada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), a Casa da Mulher Brasileira é um dos eixos do Programa “Mulher, Viver sem Violência” e se constitui num espaço integrado e humanizado de atendimento às mulheres vítimas de violência, oferecendo diversos tipos de serviços e atendimentos especializados que começam pelo acolhimento. Uma equipe multidisciplinar presta atendimento psicossocial continuado e dá suporte aos demais serviços da Casa, ajudando a superar o impacto da violência sofrida e a resgatar a autoestima, a autonomia e a cidadania. No mesmo espaço a mulher poderá contar com uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam); com os juizados e varas especializados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; Promotoria Especializada do Ministério Público; Núcleo Especializado da Defensoria Pública; educação financeira, qualificação profissional e de inserção no mercado de trabalho; deslocamento de mulheres atendidas na Casa da Mulher Brasileira para os demais serviços da Rede de Atendimento: saúde, rede socioassistencial (Cras e Creas), medicina legal e abrigamento, entre outros e também acolhe crianças de 0 a 12 anos de idade, que acompanhem as mulheres, enquanto estas aguardam o atendimento. O espaço é ainda um local para abrigo temporário de curta duração (até 24h) para mulheres em situação de violência, acompanhadas ou não de seus filhos, que corram risco iminente de morte. |
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